quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Lição 7 - 4º Trim. 2013 - Contrapondo a Arrogância e a Humildade.

Lição 07
CONTRAPONDO A ARROGÂNCIA COM A HUMILDADE
17 de novembro de 2013


TEXTO ÁUREO

“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Pv 16.18).

VERDADE PRÁTICA


A humildade é uma virtude que deve ser zelosamente cultivada, pois a arrogância leva à destruição e à morte eterna.

COMENTÁRIO DO TEXTO ÁUREO


“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” (Pv 16.18).

Nosso texto áureo é uma advertência exortativa sobre o espírito altivo e soberbo. Segundo o Novo Dicionário Básico da Língua Portuguesa FOLHA/AURÉLIO, soberba é elevação ou altura de uma coisa em relação a outra, orgulho excessivo, altivez, arrogância, presunção e altivez é arrogância, orgulho, amor próprio.
O escritor brasileiro Monteiro Lobato escreveu a seguinte fábula:
O CORVO E O PAVÃO
O pavão, de roda aberta em forma de leque, dizia  com desprezo ao corvo:- Repare como sou belo! Que cauda, hem? Que cores, que maravilhosa plumagem!Sou das aves a mais formosa, a mais perfeita, não?
- Não há dúvida que você é um belo bicho-disse o corvo. Mas perfeito? Alto lá!- Quem quer criticar-me! Um bicho preto, capenga, desengonçado e, além disso, ave de mau agouro... - Que falha você vê em mim, ó tição de penas?
O corvo respondeu: - Noto que para abater o orgulho dos pavões, a natureza lhes deu um par de patas que, faça-me o favor , envergonharia até um pobre diabo como eu...
O pavão, que nunca tinha reparado nos próprios pés, abaixou-se e contemplou-os longamente . E, desapontado, foi andando o seu caminho sem replicar coisa nenhuma.
Tinha razão o corvo: não há beleza sem senão... 
É importante lembramos que o primeiro pecado de Lúcifer está associado ao orgulho, soberba, manipulação e altivez: “Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti.
Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor” (Ez 28.14-15,17) e “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração:
 Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte. Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssim” (Is 14.12-14).
Você Tem Sede de Poder? Quem são os sedentos de poder? Como saberemos se essas tendências estão adormecidas em nossos corações, esperando apenas a oportunidade certa para subir à superfície?
Certos traços são comuns à maioria das pessoas que aspiram ao poder. Essas características estão bem escondidas sob um manto de engano. Assim fica difícil identificá-las, até que a ânsia pelo poder tenha afetado negativamente sua vítima.
Veja se algumas destas se aplicam a você? Você deixa de falar quando algo está errado, a fim de proteger sua posição. Você sempre reluta em tomar posição num caso cujo resultado não seja proveitoso para sua pessoa. Você tem a consciência embotada quanto a algumas coisas que estão certas ou erradas? Está sempre tão certo de que tem razão, que jamais lhe ocorre ser errado o seu silêncio.
[...] Temos ordem para não deixar de fazer o que sabemos ser o certo. Devemos levar a sério o mal que outros fazem ao rebanho da humanidade. Precisamos alertar as pessoas com cautela. E esperar humildemente sermos lembrados das nossas palavras ao vermos os erros alheios [...].
Você tem um espírito altivo? Arrogância, poder e mentira andam de mãos dadas. Eles pertencem à mesma gangue e protegem o seu território mediante o engano.Você não tem de prestar contas a ninguém. Seu lema é: ‘Se parecer bom para você, faça!’. Contanto que obtenha o que quer, é isso que importa.
Você mente ou faz o que é necessário para conservar sua posição de poder. Sei por experiência e pela observação de outros que, na busca pelo poder, estamos dispostos a pagar qualquer preço. Quando você tem sede de poder — e pensa nele — começa então a manipular situações e pessoas em sua mente.
O Pregador de Provérbios nos adverte no versículo que antecede ao nosso texto áureo declarando “O alto caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a alma” (Pv 16.17) e no versículo seguinte ao nosso texto áureo ele declara: “Melhor é ser humilde de espírito com os mansos do que repartir o despojo com os soberbos” (Pv 16.19).
A soberba é o antônimo da humildade, e segundo o livro de Provérbios a arrogância evidencia a insensatez de uma pessoa. “O temor ao Senhor é o princípio da sabedoria; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução” (Pv 1.7), logo quem teme a Deus aborrece o mal; a soberba e a arrogância (Pv 8.13). O temor ao Senhor é um antídoto contra o mal (Pv 16.6). Sem o reverente temor, nos tornamos vulneráveis ao mal, ao pecado.
A soberba não somente desagrada a Deus, mas ela destrói nossos relacionamentos e a nós mesmos. Salomão já era rei quando reconheceu que sem Deus não teria condição de governar o seu povo com justiça. Ele num gesto de humildade pede a Deus sabedoria, pois reconheceu suas limitações. O soberbo não consegue reconhecer suas deficiências.
Atualmente falamos muito a respeito de avivamento. Realmente precisamos de um, porém uma das condições para experimentarmos um avivamento genuíno é a humilhação. Isso mesmo. Observe o que nos diz 2 Crônicas 7.14: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face [...]”.
Que tenhamos consciência de que Deus resiste e continuará resistindo aos soberbos (Tg 4.6). Todavia, o Pai Celeste dá e dará graças àqueles que têm o coração quebrantado e contrito, que se chega a Ele com humildade.
Muitos confundem humildade com a falta de bens e recursos materiais. Porém, humildade não tem nada a ver com os bens materiais que uma pessoa possui. Ser humilde é ser consciente das fraquezas, falhas, erros, imperfeições.
Humildade também não é complexo de inferioridade. Muitos não têm uma auto-estima saudável e acabam adoecendo e confundido humildade com baixa autoestima. Quando uma pessoa não tem uma visão correta de si mesma, ela corre o perigo de desenvolver um complexo de inferioridade ou de se tornar uma pessoa altiva, arrogante, soberba. Deus pode e quer curar a forma como nos vemos.
A humildade nas Sagradas Escrituras está associada a uma atitude mental de que tudo que temos ou somos vem do Senhor. O apóstolo Pedro exorta-nos a que venhamos nos revestir de humildade (1Pe 5.5). O livro de Provérbios exorta-nos a trilhar o caminho da humildade (Pv 15.33; 18.12; 22.4). Jesus, enquanto homem perfeito, é nosso maior exemplo de humildade (Mt 11.29). O Mestre não apenas falou, ensinou a respeito do assunto. Ele deu uma lição prática aos discípulos e a nós a respeito do que é ser humilde (Jo 13.3-16). Outra importante passagem cristológica que trata do assunto em o Novo Testamento é encontrada em Filipenses 2.5-11, assunto já estudo na EBD.
Os humildes não reivindicam autoridade absoluta. Não fingem ter uma sabedoria perfeita. A palavra humildade deriva da palavra latina humus, que significa ‘solo’ e ‘terra’. Os atos de humildade não soam com as palavras ‘eu tenho’. Sua música começa com ‘eu venho do pó’. Tanto em meio à crise quanto à bonança, a maneira como agem proclama ‘eu sou limitado. Não possuo todo o conhecimento, toda a força, todas as habilidades e nunca possuirei’. Tenham eles lido as Escrituras profundamente ou não, eles conhecem em seus corações a sabedoria que se encontra nelas [...].
Agir com humildade não é de modo algum intimidar-se ou esquivar-se. Na verdade, quando se tem de lidar com questões difíceis, os humildes sempre se tornam os mais audazes. Conhecendo suas limitações, eles ficam livres de qualquer necessidade de fingir ser mais do que na verdade são. Conhecendo seu lugar em relação àquele que conhece a todos, eles se abrem a Deus e aos outros de um jeito que o orgulho jamais permitiria. Eles possuem uma forma de liderança que brota de raízes completamente diferentes das que alimentam o ‘eu tenho’. Sua liderança é nova e revigorante.
(DORTCH, R. W. Orgulho Fatal: Um ousado desafio a este mundo faminto de poder. 1 ed., RJ: CPAD, 1996, pp.59,61,63,64).
(DOUGHTY, S. Vivendo Com Integridade: Liderança espiritual em tempos de crise. 1 ed., RJ: CPAD, 2010, pp.60-61).

RESUMO DA LIÇÃO 07


CONTRAPONDO A ARROGÂNCIA COM A HUMILDADE
I. O SÁBIO VERSUS O INSENSATO
1. Sabedoria e humildade.
2. Insensatez, arrogância e altivez.
II. O JUSTO VERSUS O INJUSTO
1. Justiça e humildade.
2. Injustiça e arrogância.
III. O RICO VERSUS O POBRE
1. Riqueza e arrogância.
2. Pobreza e humildade.
IV. O PRÍNCIPE VERSUS O ESCRAVO
1. Realeza: arrogância e humildade.
2. Escravidão: humildade e realeza.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Dissertar sobre a relação entre a humildade e a arrogância.
Explicar os contrastes ilustrativos: o sábio e o insensato; o justo e o injusto; o rico e o pobre; o príncipe e o escravo.
Cultivar a virtude da humildade e rejeitar a arrogância.
INTERAÇÃO
Professor já estudamos a epístola do apóstolo Paulo aos filipenses 2, onde descreve o despojamento ou esvaziamento do Senhor Jesus. Leia e medite no texto de Filipenses 2.4-8. Imagine, o Senhor Jesus, sendo Deus Todo-Poderoso humilhou-se e sujeitando-se à morte de cruz.
E nós, seres humanos imperfeitos, quantos vezes nos exaltamos com coisas banais?A lição desta semana convida-nos a ter o mesmo sentimento de Jesus. A mesma disposição em despojar-nos de nós mesmos. Somente pela prática da humildade poderemos contrapor o veneno da arrogância.

COMENTÁRIO


PALAVRA CHAVE
HUMILDADE:
Qualidade de humilde. Virtude caracterizada pela consciência das próprias limitações.

INTRODUÇÃO

A humildade, a honra e a coragem são a base do bom relacionamento entre as pessoas. Mas a arrogância, a desonra e a covardia são a causa de inimizades e conflitos.
 Nesta lição, veremos a relação entre a humildade e a arrogância à luz de alguns contrastes bastante didáticos e ilustrativos: o sábio e o insensato, o justo e o injusto, o rico e o pobre, o príncipe e o escravo. Em qual grupo você se encontra?É hora de aplicarmos à nossa vida as preciosas lições do livro de Provérbios.
I. O SÁBIO VERSUS O INSENSATO
1. Sabedoria e humildade. A sabedoria é entendida como a aplicação correta do conhecimento em nosso dia a dia. Em Provérbios, ela é vista como um antídoto contra a arrogância.
Daí a insistência do sábio em que se busque adquirir a sabedoria (Pv 16.16). A sabedoria retratada em Provérbios demonstra ser eficaz contra a arrogância e a soberba, pois quem é sábio age com humildade (Pv 11.2).
Em o Novo Testamento, o apóstolo Paulo sabia dessa verdade e, por isso, orou para que o Senhor concedesse aos crentes “espírito de sabedoria e de revelação” (Ef 1.17).
2. Insensatez, arrogância e altivez. Na visão de Provérbios, o arrogante é uma pessoa insensata e desprovida de qualquer lucidez e bom senso. Verdadeiramente, o arrogante está pronto a fazer o mal, pois age com soberba e altivez (Pv 6.18).
É uma pessoa inexperiente, sem domínio próprio (Pv 25.28), ingênuo (Pv 27.12), sem bom-senso (Pv 27.7) e que se comporta como um animal ou um bêbado (Pv 26.3,9). Por isso, o insensato não pode ser designado para um serviço (Pv 26.6,10).
Ele é fanfarrão, preguiçoso e incorrigível (Pv 25.14; 26.11,13-26; 27.22). Sua presença é um perigo, pois além de falso e maldizente é ignorante (Pv 26.18-22). Ele não age com a razão e não sabe controlar a própria vontade, sendo, portanto, uma abominação para o Senhor (Pv 16.5).

SINOPSE DO TÓPICO (I)
A alegria do Senhor, a que Paulo se refere, se manifesta em meio às preocupações e as aflições da vida.
II. O JUSTO VERSUS O INJUSTO
1. Justiça e humildade.Em Provérbios, a humildade e a justiça são inseparáveis. Ali, o princípio de vida proposto pelo sábio é simples: quem é justo deve agir com humildade, quem é humilde deve agir com justiça.
Salomão, ainda bem jovem, pediu humildemente sabedoria a Deus para governar Israel com justiça (1Rs 3.7-10). Ele queria que a justiça alcançasse todo o seu reino (Pv 1.1-3). A pessoa humilde e justa sabe que a justiça vem diretamente de Deus (Pv 29.26). Por isso, ela deve ser amorosa e sabiamente exercitada.
2. Injustiça e arrogância. A insensatez e a arrogância são categorias morais que aparecem associadas à prática da injustiça. Nenhum arrogante agirá com humildade e tampouco o injusto procederá com justiça.
O arrogante possui uma escala de valores distorcida e não se dá conta dos malefícios das suas ações. O pior é que ele não possui humildade para reconhecer o fato. A palavra hebraica para “arrogante” é gabahh, que significa orgulhoso, alto e exaltado.
Por outro lado, o termo hebraico traduzido como “humildade” vem da raiz de um vocábulo que significa afligir, oprimir e humilhar. Na prática, a Bíblia nos mostra que quem se sente acima dos outros pode ser tentado a pisá-los, oprimí-los e humilhá-los, e essas são atitudes impensáveis para um servo de Deus.

SINOPSE DO TÓPICO (II)
Segundo o livro dos Provérbios, do justo se espera justiça e humildade, mas do injusto, injustiça e arrogância.

III. O RICO VERSUS O POBRE
1. Riqueza e arrogância. Uma primeira leitura de Provérbios deixa claro que Deus condena tanto a riqueza adquirida por meios injustos, como a pobreza gerada pela preguiça.
Por isso, a riqueza pode ser fruto da justiça, e a pobreza, às vezes, resultado da indolência e do ócio (Pv 28.19,20; 29.3). Ninguém, portanto, deve ser elogiado meramente por ser pobre nem tampouco estigmatizado por ser rico. Salomão, contudo, sabe que os muitos bens do rico podem levá-lo à prepotência e à arrogância (Pv 18.23).
2. Pobreza e humildade. Devemos considerar, também, que há um tipo de pobreza que é resultado de um determinado contexto sócio-histórico (Pv 28.6).Em Provérbios é evidente que os sábios demonstram uma preferência pelo pobre.
Este, mesmo não tendo uma vida econômica confortável, age com integridade e justiça (Pv 28.11). Tal pobre é identificado como sábio, pois ele sabe que os valores divinos são melhores que as riquezas (Pv 22.1; 23.5).

SINOPSE DO TÓPICO (III)
Uma leitura de Provérbios deixa claro que Deus condena tanto a riqueza adquirida por meios injustos, quanto à pobreza gerada pela preguiça.
IV. O PRÍNCIPE VERSUS O ESCRAVO
1. Realeza: arrogância e humildade. Quando o livro de Provérbios foi escrito, a nação de Israel era uma monarquia. Nesta, a figura do rei recebe destaque especial.
Em Israel, isso não seria diferente. Salomão era rei e sabia que, para governar, precisava da sabedoria divina, a fim de discernir entre o bem e o mal (1Rs 3.1-10).A sabedoria (Pv 17.7) e a sobriedade (Pv 31.4) são elementos indispensáveis ao rei para exercer a justiça e promover o bem-estar social de seu povo (Pv 29.4).
O governante que teme a Deus dará mais atenção ao pobre e ao humilde. Agindo assim, será abençoado perpetuamente (Pv 29.14). Mas o que não teme ao Senhor procederá arrogante e perversamente (Pv 29.2).
2. Escravidão: humildade e realeza. A verdade de Provérbios 17.2 se cumpriu quando Jeroboão, servo de Salomão, tornou-se príncipe das dez tribos do Norte de Israel (1Rs 12.16-25).
Mas um sentido metafórico e interessante para destacarmos nesse texto é que as pessoas provenientes de uma condição humilde, quando agem com prudência, sobressaem-se aos arrogantes. Os que, porém, desprezam a humildade, quando chegam ao topo agem como os soberbos.
Um ditado popular descreve isso com precisão: “Dê poder ao homem e você saberá o seu verdadeiro caráter”. Tudo é uma questão de princípios, de atitudes e de caráter. Para que este se forme no indivíduo não depende da sua classe social, mas dos valores que lhe são germinados desde a mais tenra idade.
Tudo é uma questão de princípios e de atitudes! Que o pobre, ao tornar-se rico, não se esqueça de sua origem. Os seus valores lhe dirão o que ele se tornará: uma pessoa arrogante e egoísta ou alguém compassivo e generoso.

SINOPSE DO TÓPICO (IV)
A monarquia caracteriza-se pela prepotência e a exuberância do seu reino. Mas o governante que teme ao Senhor dará maior atenção ao pobre e ao humilde.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Na presente lição, vimos os contrastes entre o sábio e o insensato, entre o justo e o injusto, entre o rico e o pobre e entre o príncipe e o escravo. Estudamos também que a humildade ou a arrogância distinguirão uma pessoa da outra.
A Bíblia nos orienta a cultivarmos a virtude da humildade e a rejeitarmos a arrogância, pois “Deus resiste aos soberbos, dá, porém, graça aos humildes” (Tg 4.6).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

DORTCH, R. W. Orgulho Fatal: Um ousado desafio a este mundo faminto de poder. 1 ed., RJ: CPAD, 1996.

GILBERTO, A. O Fruto do Espírito: A Plenitude de Cristo na vida do crente. 2 ed., RJ: CPAD, 2004.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Lição 7 - 4º Trim. 2013 - Juvenis 15 a 17 anos.

Lição 7- A mídia e a moda

Texto Bíblico: 1 João 2.15-17; 5.4-6; Romanos 12.1,2





Prezado (a) professor (a) inicie a aula dessa semana propondo uma definição de cultura. 

A moda no mundo contemporâneo está inserida nos costumes de uma sociedade. Esta estabelece a plataforma cultural para a ascensão de uma nova tendência no mercado produtivo da moda.   Os pensadores Terrence R. Lindvall e J. Matthew Melton lhe ajudarão com o conceito de cultura: 

“Cultura”, derivado do latim cultura, refere-se aos costumes e produtos sociais inventados pelos seres humanos, refletindo suas crenças e valores.

Segundo é interpretada nos dias de hoje, a cultura é caracterizada pelas artes, hábitos e comportamentos de um grupo social.  

É de acordo com os princípios morais da sociedade, propagados pela mídia, que toda produção cultural (moda, hábitos, artes, comportamentos, etc...) dará origem as novas tendências do mercado da moda. Se a cultura sem Deus é a que prevalece, logo, as tendências da moda refletirão um comportamento sem Deus. 

É nesse contexto que o jovem cristão deve ter fundamentos bem sólidos para viver uma contracultura. Pois a tradição que reconhece a soberania de Deus produzirá tendências de moda que glorifiquem a Deus. Não é a mídia que norteia a moda do cristão, mas são os princípios eternos de Deus.

Para maiores informações sobre “Moda e Cultura” consulte o blog do 1º fórum de moda e cultura promovido pela comissão de Educação e Cultura da câmara municipal do Rio de Janeiro: http://forumdemodaeculturarj.blogspot.com

Dica de Leitura: PALMER, Michael D. et al. Panorama do Pensamento Cristão. 1. ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 391-421. 

Lição 7 - 4º Trim. 2013 - Adolescentes 13 e 14 anos.

Lição 7- Vencendo obstáculos

Texto Bíblico: Romanos 8.31-38





Os sofrimentos, aos quais cada cristão está sujeito, representam um ministério para cada um no sentido de não conseguir entender  por que foi escolhido para sofrer mais, ou de forma diferentes dos outros. Às vezes não estamos conseguindo entender as imperfeições que Deus está procurando corrigir. Em outras ocasiões, não entendemos os objetivos de Deus mediante aquela situação sofrível que estamos vivendo. Mas tenhamos uma certeza, tudo tem um propósito (Dicionário Wycliffe, CPAD).
    
Na escolha e no chamado de Deus existe uma imensa garantia para o cristão em um mundo onde existe tanta coisa contra ele. Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? “Deus é por nós”, essa deve ser uma certeza interior para nós, a acusação que é contra nós deve ser removida, e precisamos ser transformados no próprio âmago do nosso ser. Graças a Deus, a acusação foi tragada na morte reconciliadora do seu próprio Filho. Pelo sangue do Crucificado fomos justificados.

Os cristãos não vivem muito melhor do que os outros. Paulo não acreditava nisso. Para ele, e para muitos milhares de testemunhas fiéis a Cristo, a vida cristã significava tribulação... angústia... perseguição... fome... nudez... perigo... espada. Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo dia: fomos reputados como ovelhas para o matadouro. O discípulo não está acima do seu Mestre. Se eles o crucificaram, se a sua vida estava sendo uma vida de sofrimento, isso deveria ser o melhor para os seus discípulos? Se Deus, por meio do seu sofrimento, foi capaz de dar uma prova do amor divino, então os sofrimentos dos cristãos não deveriam obscurecer esse amor. Paulo escreve: “Mas em todas as coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou”. 

Lição 7 - 4º Trim. 2013 - Pre Adolescentes 11 e 12 anos.

Lição 7- Escolha Amar

Texto Bíblico: 1 Coríntios 13.1-7.




No Novo Testamento, a palavra amor (que em algumas traduções é expressa como caridade) é ágape.

Ágape é um amor que está em completa harmonia com o caráter da pessoa que o exprime. Dessa forma, no Novo Testamento a palavra ágape expressa cuidado e compaixão por aqueles que são totalmente indignos.

Era um amor dedicado aos outros sem qualquer expectativa de beneficio ou recompensa, um sentimento supremo e redentor, e só poderia vir de Deus. Sua maior expressão foi revelada na cruz de Cristo. Ele passaria a ser uma marca registrada especial de todos os cristãos.

“O maior dom” é o amor por que: É o dom mais essencial, é uma característica acentuada de Cristo, é o dom mais abrangente e é o dom mais permanente.

O amor representa a essência da vida cristã, e é absolutamente necessário (texto extraído do Comentário Bíblico Beacon, CPAD).

Prezado professor, talvez os seus alunos não saibam ainda a definição correta de amar. Aproveite essa lição e explique que amar é preocupar-se tanto por outra pessoa, a ponto de sempre fazer o que é melhor para ela.

Amar não é apenas querer ardentemente uma coisa, não é ter um sentimento de ternura ou estar apaixonado por alguém. Amor real é muito mais que isto. Lamentavelmente, a mídia e a sociedade confundem o real significado da palavra amor.

Leia com eles o texto de 1 Coríntios 13 (Texto adaptado da Bíblia da Adolescente, Aplicação Pessoal, CPAD). 

Lição 7 - 4º Trim. 2013 - Juniores 9 e 10 anos.

Lição 7- Joel, o profeta do Espírito Santo

Texto Bíblico: Joel 1–3





O livro de Joel foi escrito para advertir Judá (O Reino do Sul) do julgamento de Deus sobre os seus pecados e para instigá-los a retornarem para Deus. A mensagem deste livro foi dada em Judá e estava destinada ao povo dessa tribo.


Professor, pergunte as crianças como elas se sentem quando o professor chega na classe e avisa:Hoje é o dia do teste. Eles sabem que não têm para onde correr. O prazo esgotou – é hora do teste.



Explique aos alunos que Deus tem um prazo também – o momento quando Ele verá quem passou em seu teste. A Bíblia o chama de o Dia do Senhor. O profeta Joel escreveu muito em seu livro sobre o Dia do Senhor.



Ele estava avisando o povo de Judá de que o prazo de Deus se aproximava, então eles deveriam retornar para Deus, e adorá-lo, e obedecer-lhe. Aqueles que não passassem no teste de Deus seriam punidos.



Deus julga o pecado, Ele quer que nos acheguemos a Ele para buscar perdão, enquanto ainda há tempo. O senhor diz: ”Voltem-se para mim enquanto ainda há tempo. Entreguem a mim todo o seu coração”. Joel 2.12.



Boa Ideia
Você vai precisar de papel 40kg, caneta hidrográfica.



Escreva o versículo do dia no papel e faça cortes aleatórios formando um grande quebra-cabeça.



Distribua os recortes entre as crianças e peça - lhes para montarem o versículo. Após a montagem, eles devem recitar o versículo juntos.

Lição 7 - 4º Trim. 2013 - Primários 7 e 8 anos.

Lição 7- O “Querido Deus”

Texto Bíblico: 2 Samuel 12.24,25; 1 Reis 1.5-40;2.1-4





Texto Bíblico: 2 Samuel 12.24,25; 1 Reis 1.5-40;2.1-4


Muitos vão para escola, passam anos estudando e adquirem muito conhecimento, mas não têm sabedoria. A sabedoria não se adquire numa sala de aula ou numa biblioteca. Ela se encontra em Deus. Ele é a fonte da sabedoria. “É o Senhor quem dá sabedoria; a sabedoria e o entendimento vêm dele” (Pv 2.6).



 A sabedoria é uma capacidade especial dada por Deus que nos faz discernir entre o certo e o errado. Quem deseja encontra - lá precisa pedir a Deus em oração. “Mas, se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus, e ele a dará porque é generoso e dá com bondade a todos” (Tg 1.5).



A sabedoria é um tesouro precioso que precisa ser bem guardado. Quem a abandona fica desprotegido, mas quem não se afasta dela é recompensado. Ela precisa ser utilizada diariamente (Texto adaptado da Revista de Mestre/ Adolescentes 5).



Boa ideia!



Você vai precisar de cartolina branca, caneta hidrográfica e recortes de jornais e revistas.
Faça uma vertical dividindo a folha ao meio e escreva as seguintes frases (uma de cada lado): “Agindo com Sabedoria” e “Agindo sem sabedoria”



Depois, fixe a cartolina no mural. 



Entregue às crianças os jornais e as revistas; elas devem procurar imagens que ilustrem perfeitamente as frases, recortá-las e colá-las na cartolina.

Lição 7 - 4º Trim. 2013 - JD Infância 5 e 6 anos.

Lição 7- Jesus cura um cego

Texto Bíblico: João 9.1-12





I - De professor para professor

•    Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança aprenda que Jesus continua curando enfermidades.

•     A palavra-chave deste domingo é “perdão”.

No decorrer da aula diga: “Jesus tem poder para perdoar pecados”.

•     Ensine aos pequenos a confiarem em Jesus.

II - Saiba Mais

Algumas crianças do jardim de infância têm uma experiência pessoal com Cristo tão genuína quanto outras mais velhas. Contudo, a maioria delas experimenta a salvação um pouco mais tarde. Isto não impede que cresçam dentro da vontade de Deus. Não devemos vê-las como pecadores, vivendo em degradação, distantes de Deus. As crianças que são muito jovens para aceitar a Cristo também são muito jovens para rejeitá-lo.

Texto extraído do livro: Como Ensinar Crianças do Jardim de Infância, p 32. CPAD.

III - Conversando com o professor

“Fé é confiança no que os olhos não podem ver. Os olhos veem o leão rondando.

A fé vê o anjo de Daniel
Os olhos veem a tempestade.

A fé vê o arco-íris de Noé.

Os olhos veem gigantes. A fé vê Canaã.

Seus olhos veem seus pecados. Sua fé vê o seu Salvador.

Seus olhos veem sua sepultura.

Sua fé, a cidade cujo construtor é Deus.

Seus olhos fitam o espelho e veem o pecador, o fracassado, o quebrador de promessas. Mas pela fé você se olha no espelho e vê um pródigo vestido num manto, com o anel da graça no dedo e um beijo do Pai na face” 

Texto extraído do livro: Seguro nos Braços do Pastor, CPAD.

IV - Sugestão 

Você vai precisar de cartolina vermelha, linha de naylon e caneta hidrográfica preta.

Desenhe e recorte na cartolina vermelha um coração médio e outros pequenos.

No coração maior escreva a seguinte frase: “Jesus tem poder para perdoar pecados”.

Nos corações pequenos escreva o nome dos alunos.

Depois amarre fios de naylon nos corações pequenos e depois prenda-os no maior  formando um móbile.

Apresente-os as crianças e leia a frase com eles. Encerre com uma oração.

Lição 7 - 4º Trim. 2013 - Maternal 3 e 4 anos.

Lição 7- Eu amo minha igreja


Texto Bíblico: João 2.13-25





I - De professor para professor

•    Prezado professor, neste domingo as crianças aprenderão que devem amar a Casa de Deus.

•    Recapitule a lição anterior. Pergunte o que elas aprenderam.

•    A palavra-chave que trabalharemos neste domingo é “igreja”. No decorrer da aula, repita a frase: “Eu amo minha igreja”.

II – Para refletir

Faça bem feito. Copie do modelo que Deus lhe pôs no coração. Pinte com amor. Recorte sem preguiça. Estude com boa vontade. Memorize com afinco.

Treine com empenho. Prepare-se com disciplina. Ore com sacrifício. Jejue com renúncia. Ensine com humildade. Elogie com sinceridade. Corrija com o coração. Faça com a força e a sabedoria que vem do Dono da obra. E um dia você ouvirá dizer: ”Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor’ Mt 25.21”.

III – Regras prática para professores

Colagem! As crianças podem trabalhar com autonomia, se os materiais estiverem ao seu alcance e os procedimentos forem ensinados apropriadamente.

Primeiramente, providencie que cada criança receba um pouco de cola num pedaço de papel ou num pote pequeno e um pincel. Os pincéis para uso com cola são difíceis de encontrar, mas as crianças conseguem manuseá-los com facilidade. Não espere que consigam trabalhar com vidros de cola. Melhor do que adquirir vidros de cola para cada criança é comprar um vidro grande. Ensine as crianças a passarem a cola com o pincel no verso daquilo que querem colar, colocar sobre o papel e pressionar. 

Texto extraído do livro: Como Ensinar Crianças do Maternal, p.60-61. CPAD.

IV - Sugestão 

Você vai precisar de: Papel pardo, cola, recortes de objetos utilizados na igreja e canetas hidrográficas.

Na parte superior da folha de papel pardo escreva a seguinte frase: “Na Casa de Deus tem:”

Fixe o papel pardo no mural peça às crianças para colarem as figuras dos objetos utilizados na igreja (Bíblia, mesa, cadeira, púlpito...) no painel.

Lembrando sempre a elas que devemos cuidar de tudo que há na igreja.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Lição 6 - 4º Trim. 2013 - Jovens e Adultos.

Lição 6- O exemplo pessoal na educação dos filhos



INTRODUÇÃO

I. A IMPORTÂNCIA DOS LIMITES  
II. ENSINANDO ATRAVÉS DO EXEMPLO (VALORES)
III. EDUCAÇÃO INTEGRAL

CONCLUSÃO

Os pais: criação conjunta.

Por Elaine Cruz

Os filhos são do casal, e ambos os cônjuges precisam estar cônscios de que têm responsabilidades e deveres para com os filhos. Isso vale para os filhos que são gerados pelo casal e pelos que são adotados legalmente, e estende-se também aos filhos de casamentos anteriores de um ou dos dois cônjuges, especialmente quando estes filhos residem com o casal.

1) Maternidade – Gerar filhos é um privilégio da mulher. Embora não possa concebê-los sozinha, é exclusividade da maternidade a experiência única de sentir um ser crescendo e se movendo dentro do corpo feminino.

Isso ajuda a explicar porque, via de regra, a mulher é mais apegada aos filhos e mais responsável quanto ao cuidado com os mesmos (Is 49.15).

Na Bíblia, a mulher é designada como figura de amor e cuidado (Tt 2.15), termômetro e edificadora da casa (Pv 14.1) e educadora e guardiã do lar e dos filhos (Pv 31.10-31). Na nossa sociedade, até hoje dizemos “Sua mãe não te deu educação?” para alguém mal educado – o que ilustra o quanto atribuímos às mulheres a tarefa da formação moral dos filhos. Portanto, por mais que a jornada feminina esteja mais apertada face ao acúmulo de diferentes papéis que executa, a tarefa de cuidar, educar e evangelizar os filhos não pode ser renegada ou esquecida.

2) Paternidade – Quando Deus colocou o homem como cabeça da sua esposa e do lar, ele expressa como deve ser a postura masculina no casamento e na família: o homem deve planejar metas para a sua família, projetando planos futuros e esmerando-se no governo e na administração do lar e dos filhos. 

Isso significa entender o casamento e a paternidade com responsabilidade, como o exercício de um compromisso que deve ser cumprido.

Do ponto de vista divino, o homem é ainda o sacerdote do lar, sendo co-responsável na evangelização e na formação de seus filhos (Dt 6.6-7 e Pv 3.12; 4.1; 15.5). A responsabilidade que Deus atribui à paternidade é ampla, a ponto de ser requisito para o exercício ministerial que o homem, enquanto pai, tenha seus filhos sob disciplina, mantenha o governo dos mesmos e forme filhos fiéis e obedientes (1Tm 3.4,5,12 e Tt 1.6).

Cabe ainda ressaltar que Deus usa a paternidade como modelo de sua relação conosco. Ele é o pai e nós somos seus filhos. Assim sendo, a imagem de Deus formada nos filhos (o “Papai do Céu”) é organizada a partir das atitudes paternas: o filho que tem um pai irresponsável, distante e grosso terá mais dificuldade de aceitar Deus como um Pai fiel amoroso e amigo.

3) Educação partilhada – Há muitos problemas familiares, a maioria deles decorrentes da má condução na educação dos filhos, como a entrada para a marginalidade, a prática da homossexualidade e da prostituição, a agressão doméstica e o uso de drogas. Nesses casos, primeiramente cada cônjuge precisa avaliar como executou seu papel, não para culpar-se, mas para organizar novas formas de atuação. Em segundo lugar, o casal deve discutir onde falhou na partilha das responsabilidades e das atribuições, unindo-se para traçar metas e estratégias de ação.

Afinal, é melhor serem dois do que um, e o cordão de três dobras não se quebra facilmente (Ec 4.9-12).

Fonte: http://www.cpadnews.com.br/blog/elainecruz/?POST_1_8_FORMANDO+FILHOS+PARA+DEUS+(SEGUNDA+PARTE).html Acesso em 30 de Out. 2013.

Lição 6 - 4º Trim. 2013 - Juvenis 15 a 17 anos.

Lição 6- A mídia e o consumo

Texto Bíblico: Mateus 6.25-35; Filipenses 4.11-19



OS MALES DOS CONSUMISMO 
 
O apelo consumista nos meios de comunicação.

Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet), a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, das crianças, etc., para incitar pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que as espirituais                                    (Pv 30.15; Mt 6.19-21).

O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mídia. Lembre-se: “Crédito imediato é também dívida imediata”. 

O supérfluo em detrimento do essencial.

Essencial para o consumo é aquilo que, sem o qual, a vida exaure: comida, roupa, moradia e, na medida certa, o lazer. Até mesmo no que é indispensável devemos confiar mais em Deus que em nossos próprios esforços (Mt 6.25-34). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2 Tm 4.5).

A compulsão pelas compras.

A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conhecido como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermidade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10; Jr 17.11; 1 Tm 6.10). 

Obreiros, líderes e crentes em geral, portadores dessa doença, precisam de cura imediata para exercerem o ministério cristão sem impedimento, e glorificarem o santo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. 

Reflexão: “O consumo desenfreado é motivado pela mídia. As propagandas incentivam o consumo do supérfluo em detrimento do essencial, criando nas pessoas uma compulsão doentia pelas compras”. 

Liçao 6 - 4º Trim. 2013 - Adolescentes - 13 e 14 anos.

Lição 6- A união faz a força!

Texto Bíblico: Efésios 4.1-7



Os cristãos têm a responsabilidade de manter a unidade. Paulo ressalta que seus leitores devem andar de modo digno diante do Senhor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da Paz. A tradução “procurando” é moderada; tradução melhor seria “dando diligência em” ou “esforçando-se seriamente por”. 
A exortação é para que eles estejam atentos em preservar a unidade da igreja. Espírito, neste caso, não significa o espírito humano ou “concordância de espírito” gerada naturalmente na comunidade Cristã, mas refere-se ao Espírito Santo. Esta unidade é uma criação do Espírito Santo, fato confirmado pela referência de Paulo ao Espírito em 1 Coríntios 12.13: “Pois todos nós fomos batizados em um  Espírito, formando um corpo”. 
O dom do Espírito Santo gera no coração do crente a unidade de uma personalidade integrada e forma um laço de amor que une toda a comunidade de crentes. A unidade é, ao mesmo tempo, pessoal e social, e o Espírito Santo é a causa originária e sustentadora (Texto extraído do Comentário Bíblico Beacon).

Lição 6 - 4º Trim. 2013 - Pre Adolescentes 11 e 12 anos.

Lição 6- Ajudando com Alegria

Texto Bíblico: Juízes 4.4,6-9



“Assim, ó Senhor, pereçam todos os teus inimigos! Porém os que amam sejam como o sol quando sai na sua força” Juízes 5.31.

Esse versículo é a última estrofe do famoso cântico de Débora, quarta e única mulher líder de Israel durante o longo e difícil período sucessivo a morte de Josué. Ela organizou uma resposta militar à agressão de Jabim, um rei cananeu, cujo exército incluía novecentas temíveis carruagens de ferro. Soldados a pé encarando esse exército seriam como a infantaria moderna avançando contra tanques e artilharia.

No exército de Israel, o fator determinante nunca foi a ordem de batalha, mas sempre a fé de seus líderes. Numa era feia e maligna, Débora convocou a nação para uma missão. Por quarenta anos o povo prosperou sob sua liderança. Num momento decisivo, ela recuou diante da gigantesca vantagem militar de Sísera, mas conduziu os seus compatriotas a vitória – pela oração, por palavras de encorajamento e por sua presença. No final, seu adversário perdeu o exército, a vida e a honra.

Professor, provavelmente em sua classe há aquela velha rixa entre meninos e meninas. Os garotos não ficam nada contentes quando precisam receber ordens das meninas. Explique que Baraque não tinha problemas nenhum em receber orientações de Debora, pois ele sabia que o próprio Deus a havia escolhido para ser juíza. 

O apóstolo Paulo nos diz: “Pois por meio da fé em Cristo Jesus, todos vocês são filhos de Deus. Desse modo não existe diferença entre...homens e mulheres:Todos vocês são um só por estarem unidos com Cristo Jesus” (Gálatas 3.26-28).

Bibliografia:

KENDRICK,Michael. 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da Bíblia, CPAD, Rio de Janeiro1999.

Bíblia da Adolescente Aplicação Pessoal, CPAD, Rio de Janeiro 2006.