segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Subsídios para as lições do 1º Trimestre de 2013 - Jovens/Adultos.


Conteúdo adicional para as aulas de Lições Bíblicas


Subsídios para as lições do 1º Trimestre de 2013
Elias e Eliseu - Um ministério de poder para toda a igreja
  • Lição 8 - O Legado de Elias

     
    INTRODUÇÃO
     
    I – O LONGO PERCURSO DE ELIAS
     
    II – ELIAS NA CASA DE ELISEU
     
    III – ELIAS E O DISCIPULADO DE ELISEU
     
    IV – O LEGADO DE ELIAS
     
    CONCLUSÃO
     
    O CHAMADO PARA O MINISTÉRIO PASTORAL
     
    Há um Anseio?

    Em 1 Timóteo 3.1, o apóstolo Paulo escreve: “Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”. A palavra traduzida por “deseja” é [...] [oregomai], que ocorre apenas três vezes no Novo Testamento. Este termo significa “distender-se para tocar ou pegar algo, buscar ou desejá-lo”. É o retrato de um atleta acelerando os passos para cruzar a linha de chegada.

    Esse vocábulo também aparece em 1 Timóteo 6.10, onde é traduzido por “cobiça” relacionada ao dinheiro, a este se devota tanto amor que passa a ser a própria raiz de “todas espécies de males”. O terceiro uso está em Hebreus 11.6, em que é traduzido por “desejar”, frase na qual o objeto do desejo é a “pátria celestial”. Assim, cada contexto determina a legitimidade da distensão e da busca.

    A segunda palavra que fala da compulsão interna em 1 Timóteo 3.1 é [...] [epithumeô], verbo que significa “colocar o coração, desejar, cobiçar, ambicionar”. A forma substantivada desse verbo tem em geral um sentido negativo, mas o sentido básico do verbo é bom ou neutro, significando um desejo particularmente forte. Essa aspiração pelo ministério é, portanto, um impulso interior que se expressa em desejo exterior. Sanders observa que o objeto do desejo não é o ofício, mas o trabalho. 

    Deve haver um desejo pelo serviço, não pela posição, fama ou fortuna. Assim, essa aspiração é boa, contanto que se tenha boas motivações. Spurgeon oferece o seguinte conselho quanto ao desejo pelo ministério:

    Note bem, o desejo de que falei deve ser totalmente desinteressado. Se um homem perceber, depois do mais severo exame de si próprio, qualquer outro motivo que a glória de Deus e o bem das almas em sua busca do episcopado, melhor será que se afaste dele de uma vez, pois o Senhor aborrece a entrada de compradores e vendedores em seu templo.

    A introdução de qualquer coisa que cheire a mercenário, mesmo no menor grau, será como um inseto no unguento, estragando-o todo. Esse desejo interior deve ser tão desinteressado a ponto de o líder aspirante não visualizar-se perseguindo outra coisa, exceto o ministério. 

    “Não entre no ministério, se puder passar sem ele”, foi o sábio conselho    de um velho pregador a um jovem quando indagado sobre a sua opinião quanto a seguir o ministério. Bicket disse: “Se você pode ser feliz fora do ministério, fique fora. Mas se veio o solene chamado, não fuja”. Bridges o considera “um desejo constrangedor... uma qualificação ministerial primária”.

    Texto extraído da obra “Ministério Pastoral: Alcançando a excelência no ministério cristão”, editada pela CPAD.

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