segunda-feira, 15 de junho de 2015

Lição 11 - 2º Trimestre 2015 - O Discípulo de Jesus e a questão Ambiental. Jovens.

Lição 11

O Discípulo de Jesus e a Questão Ambiental2° Trimestre de 2015
capa-subsidio-lbjINTRODUÇÃO
I - A BÍBLIA E A QUESTÃO ECOLÓGICA
II - O CRISTÃO E A RESPONSABILIDADE AMBIENTAL
III - PROTEGENDO O AMBIENTE
CONCLUSÃO

A MORDOMIA DO HOMEM EM RELAÇÃO À CRIAÇÃO (GÊNESIS 2.15)
Na aula desta semana, estudaremos a respeito da responsabilidade ambiental à luz das Escrituras Sagradas. Deus entregou ao homem o encargo de cuidar da sua criação e zelar pelo bom uso dos recursos naturais disponíveis.
Em Gênesis 2.15, encontramos o conceito de mordomia, quando Deus estende a Adão, a responsabilidade pelo cultivo e proteção do jardim do Éden. O Senhor se preocupa com o ambiente que Ele criou para que o homem pudesse habitar de forma equilibrada.

Por esta razão, a Palavra de Deus estimula a que sejamos bons administradores dos bens divinos, sabendo que teremos de prestar contas ao Criador de todas as coisas. Deus espera que tenhamos em mente que a ética ambiental e a sustentabilidade também façam parte da nossa preocupação como cristãos. Afinal de contas, ao nosso Deus pertence a terra e a sua plenitude (cf. Sl 24.1).

Sendo assim, caro professor, enfatize em sua aula, com relação a mordomia dos bens ambientais. Ensine que a preocupação com o meio ambiente também é responsabilidade do cristão. Tenha uma boa aula!

1. O conceito de mordomia em Gênesis 2.15.
O livro de Gênesis nos mostra que Deus entregou nas mãos do homem, o encargo de cuidar e zelar pelo bom uso dos recursos naturais que estão a nossa disposição. O conceito de mordomia é apresentado, primeiramente a Adão no jardim do Éden, quando Deus o institui como responsável por cultivar o jardim e zelar pela sua proteção. A preocupação de Deus era que Adão mantivesse o jardim em plenas condições habitáveis e soubesse usufruir de seus recursos de maneira equilibrada (cf. Gn 2.15).

Na obra Mordomia Cristã: Aprenda Como Servir Melhor a Deus, Elienai Cabral discorre a respeito das definições do termo “mordomia”: “Na língua do Novo Testamento, a grega, o verbo oikeo significa habitar, morar, e esse verbo sugere duas outras palavras relativas, oikia e oikos. A palavra oikia significa ‘casa, lar, família’, e oikos tem o sentido de ‘casa, família, linhagem’. As duas palavras referem-se à casa como lugar de habitação. Um outro termo relativo do grego bíblico que poderá elucidar o assunto é oikeios, que refere-se a alguém que pertence a uma família ou que serve a uma família, como parte da família.

[...] Uma terceira palavra grega relativa é oikodespotes, que se refere ao ‘cabeça da casa’, no sentido de gozar da confiança plena do dono da casa, do pai de família. Em algumas versões a Bíblia o mordomo é, às vezes, tratado como ‘senhor da casa’, porque representa plenamente o verdadeiro senhor da casa (Mc 14.14). É, na verdade, um cargo de extrema confiança, como se percebe nas relações entre Abraão e o seu servo-mordomo Eliézer (Gn 24.2). Para aclarar ainda mais o sentido de mordomia temos uma quarta palavra que é oiketes, a qual se refere ao ‘serviçal da casa’. No latim, ‘mordomo é maior domus, significa ‘o maior da casa’. Por último, a quinta palavra relativa à mordomia é oikonomos, que tem um significado mais genérico de ‘administrador, contador, diretor, curador’” (CPAD, 2003, pp. 12,13).
2. A prestação de contas ao Criador com relação aos bens que Ele nos dispensou.
Em face disso, importa que sejamos bons administradores dos bens que Deus nos dispensou, inclusive do meio ambiente em que vivemos. Porquanto, teremos de prestar contas ao Criador da responsabilidade que Ele nos dispensou para com a terra.

Embora não seja tão notório o estímulo e a preocupação dos cristãos com a causa ecológica, é de nossa responsabilidade trabalhar pela ética ambiental e a sustentabilidade.

Elienai Cabral continua a discorrer a respeito do desenvolvimento sustentável: “O vislumbre sonhado pelos ecologistas é que o desenvolvimento sustentável deve ser a base da construção do futuro da humanidade. Ora, o que é ‘desenvolvimento sustentável’ senão um modo de utilizar os recursos naturais disponíveis sem destruí-los? A Igreja não pode omitir-se do seu papel de guardiã dos oráculos de Deus, que ensinam a preservar as fontes vitais de subsistência. As fontes naturais de energia estão se esgotando com o desmatamento irracional de nossas matas, com a poluição do ar.

O desenvolvimento desigual marcado pela ganância na sociedade humana tem sido danoso para o ecossistema do planeta, isto é, para os sistemas naturais de vida. Se no mundo secular existe esta preocupação com o ‘desenvolvimento irracional’ da tecnologia e da ciência e, as organizações mundiais de ecologia lançam seus apelos aos governos das nações; se congressos e fóruns internacionais são realizados em várias partes do mundo visando promover consciência ecológica nos povos, muito mais deve a Igreja de Cristo mostrar ao mundo que se preocupa com a manutenção das nossas fontes naturais de energia” (CPAD, 2003, p. 36).

Tendo em vista que a nossa responsabilidade é grande com relação ao meio ambiente, importa que tenhamos bons resultados da nossa mordomia para apresentar ao Criador de todas as coisas.

Considerações finais
Em face disso, importa que sejamos bons administradores dos bens que Deus nos dispensou, inclusive do meio ambiente em que vivemos. Porquanto, teremos de prestar contas ao Criador da responsabilidade que Ele nos dispensou para com a terra.

Embora não seja tão notório o estímulo e a preocupação dos cristãos com a causa ecológica, é de nossa responsabilidade trabalhar pela ética ambiental e a sustentabilidade.

Elienai Cabral continua a discorrer a respeito do desenvolvimento sustentável: “O vislumbre sonhado pelos ecologistas é que o desenvolvimento sustentável deve ser a base da construção do futuro da humanidade. Ora, o que é ‘desenvolvimento sustentável’ senão um modo de utilizar os recursos naturais disponíveis sem destruí-los? A Igreja não pode omitir-se do seu papel de guardiã dos oráculos de Deus, que ensinam a preservar as fontes vitais de subsistência. As fontes naturais de energia estão se esgotando com o desmatamento irracional de nossas matas, com a poluição do ar.

O desenvolvimento desigual marcado pela ganância na sociedade humana tem sido danoso para o ecossistema do planeta, isto é, para os sistemas naturais de vida. Se no mundo secular existe esta preocupação com o ‘desenvolvimento irracional’ da tecnologia e da ciência e, as organizações mundiais de ecologia lançam seus apelos aos governos das nações; se congressos e fóruns internacionais são realizados em várias partes do mundo visando promover consciência ecológica nos povos, muito mais deve a Igreja de Cristo mostrar ao mundo que se preocupa com a manutenção das nossas fontes naturais de energia” (CPAD, 2003, p. 36).

Tendo em vista que a nossa responsabilidade é grande com relação ao meio ambiente, importa que tenhamos bons resultados da nossa mordomia para apresentar ao Criador de todas as coisas.

Por Thiago Santos.
Educação Cristã.
Publicações. CPAD.

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